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Blog Bestialmente Conhecido

A história do post sem post

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Olá tucanos mais lindos de sua pessoa. Como vai isso?! Fino? Fim de semana em cima!? Hummm!? Tendes passeado bastante e estais a rogar pragas à vida porque o desgraçado do Domingo acabou depressa?

Estais como eu.

Ouuuuuuuuu....sois daquelas pessoas que se incomoda com o ócio e prefere estar a laborar de manhã à noite!?

Há gente que não bate bem com a mola e há vidas do arco da velha em que a pessoa prefere estar a alombar que a viver, tipo, em espírito livre.

 

Mas porquê tanta conversa de caca e a que propósito se dá?

Simples.

 

Esta que vos escreve diariamente fá-lo com antecedência. Junta uma porrada de temas, senta-se à secretária e bate os textos. Programa as baboseiras para irem saindo ao longo da semana e depois vai tentando perceber como corre.

É claro que aparece sempre mais uma coisita ou outra para ir falando. Graças a Deus que uma pessoa vai tendo de que falar, senão morria de tédio e só dava conta quando aparecesse o coveiro.

 

E de maneiras que, tinha para hoje um texto lindo, lindo, do mais fofo possível. Falava de calças de ganga e cenas, olhem, era este. Ia sair na segunda passada, adiei. Depois ia sair na terça, adiei. Apareceram-me mais umas ideias por contas daquela coisa do programa das criancinhas e dos filhos e dos pais e dos gatos e o diabo a quatro, decidi adiar bem lá para a frente.

Como pelo meio da semana já não sei bem a quantas ando, nem me dei conta que tinha agendado o texto para sexta feira dia 19. Percebi que tinha acontecido porque, por acaso, houve quem partilhasse.

E eu pensei: mas que raio!, como é que esta pessoa partilhou uma coisa que eu não publiquei? Queres ver…

E tau…

Parece que na sexta feira estive de férias, ali a publicar notas que nem uma maluca, mas não.

Enganei-me nas datas e vai de sair tudo ao mesmo tempo.

 

Por isso hoje temos um post sem post. É assim um falar sem sentido, só mesmo para ocupar o espaço e demonstrar mais uma vez a minha chalupice.

 

Vá é isto! E se quiserem uma coisinha mais composta é ler o texto de sexta passada, ou comprar um livro da Arundhati Roy, que é coisa para preencher o vazio, dar valores, pensar e ainda gerar uma certa dose de cultura numa pessoa. Ah e podem contar aos amigos que já leram um livro da senhora, que é pesado e coisas, aquelas descrições usadas pelos pseudo-intelectuais, ou lá o que é. Coisas para que me falta a pachorra.

Beijinhos! E até quando eu tiver tempo, Deus quiser, e se eu agendar em condições.